quarta-feira, 9 de março de 2011

Resenha do livro Webquest Um desafio para o professor.



O livro Webquest um desafio para o professor é composto de Apresentação e seis capítulos tendo como tema principal Webquest. Nele as autoras Celina A A.P.Abar e Lisbete Madsen Barbosa propõe ao professor o uso desse recurso devido a sua capacidade de ampliar experimentações e promover conhecimentos através da descoberta de potencialidades,de desenvolvimento de autonomia, responsabilidade, disciplina, respeito aos outros e autoconfiança elementos indispensáveis para que ocorra a aprendizagem.
O livro traz um esboço de alguns principais fundamentos teóricos, conceitos, exemplos de componentes de uma Webquest,orientações para produção e utilização dentre outras informações relacionadas ao tema.
A obra é dividida da seguinte forma:
• Apresentação;
• Exemplos de componentes de Webquest;
• Componentes de Webquest;
• Produção de Webquest;
• Utilização de Webquest;
• Base Teórica ;
• Pergunta que fazemos.
Na apresentação elas ressaltam da necessidade do professor repensar sua práxis e adquirir novas posturas enquanto docente. Chama atenção para o atual papel que a internet ocupa diante de sua riqueza de informações e para a necessidade do professor através da mediação integrar seu uso a Educação e explicam que a Webquest representa uma atividade didática investigativa em que os alunos selecionam, comparam e fazem uma compilação de dados encontrados na Internet e falam um pouco sobre a sua origem.
As Webquests surgiram em 1995 na Universidade de San Diego na Califórnia na disciplina Interdisciplinary Teaching With Technologies e tiveram como mentores os Professores Bernard Dodge e Tom March (Cruz, et al, 2007). A Webquest “é uma investigação orientada na qual algumas ou todas as informações com as quais os aprendizes interagem são originadas de recursos da Internet” (Dodge, 1995, pag9). Bottentuit Junior e Coutinho (2008a) afirmam que a palavra Webquest, em sua etimologia, remete-nos para a soma de duas palavras, ou seja, web (rede de hiperligações) e quest(questionamento busca ou pesquisa).

No primeiro capitulo- Exemplos de componentes de Webquest- são citados e retratados através de imagens exemplos de cada componente de uma atividade Webquest podendo-se ter uma idéia da sua aparência. Ressaltam que a Introdução (deve ser apresentada de forma a motivar o aluno e despertar nele o desejo de mergulhar na atividade); Tarefa (deve-se propor aos alunos o que fazer de forma clara e motivadora); Processo e Recursos (onde os alunos terão informações e orientações sobre a dinâmica da atividade, os passos a seguir e onde encontraram dados para a realização das tarefas); Avaliação (onde será apresentado ao aluno como será avaliado o que foi por eles executado); Conclusão (incentiva o aluno a aprender mais, é onde se resume o propósito geral sinalizando como o aluno pode continuar a estudar o assunto); Créditos (traz referencias aos autores da Webquest, clientela a que se destina, fontes das figuras e textos utilizados, datas e outras informações que podem ser úteis a quem for utilizá-la.)
Componentes de Webquest é o segundo capitulo onde as autoras conceituam cada um dos componentes que fazem parte dessa atividade destacando que para garantir um processo de aprendizagem colaborativo em que o conhecimento é construído a partir da troca de experiências entre os participantes é indispensável que se conheça cada uma dessas etapas.
Introdução: “Vamos fazer?” É o convite a participação em um processo de construção através da busca. Ela deve ser simples, instigante e desafiadora.Apesar de representar o pontapé inicial, é conveniente que seja elaborada depois que os outros componentes da Webquest tiverem sido construídos para se ter uma visão geral de todo o processo.
Tarefa: “O que fazer”. Considerada o coração da Webquest, a tarefa deve propor de forma clara a elaboração de um produto criativo que entusiasme, motive e desafie os alunos.
Processo: “Como fazer”. Este é o item que deve orientar claramente os passos que os alunos devem seguir para atingir os objetivos propostos estimulando ainda, a formação de grupos e definindo as funções a serem executadas por cada componente.
Recurso: “Onde encontrar”. São as fontes em que os alunos farão as suas buscas . Sites que o autor ou autores já pesquisaram, verificaram a autenticidade e consideram relevantes e necessários a realização das tarefas propostas.As autoras esclarecem que as referencias devem ser verificadas sempre e antes da Webquest ser aplicada, pois muitos sites hoje disponíveis podem não estar no ar amanhã, devido ao dinamismo da Internet.
Avaliação:Segundo as autoras, a avaliação é um componente primordial da Webquest e deve apresentar aos alunos, com clereza, como o resultado da tarefa será avaliado e que fatores serão considerados. Funciona como um feedback das atividades realizadas.
Conclusão:As autoras definem a conclusão como uma etapa em que se resume o propósito geral do que foi aprendido e indica como o aluno pode continuar a estudar o assunto. Esclarecem que ela deve ser clara, breve e simples.
Créditos:Os créditos sinalizam todo o material utilizado pelos autores para a construção da Webquest.Fontes, textos, e imagens utilizadas,a indicação dos autores, da escola e do programa dentro do qual a webquest foi elaborada assim como nível de escolaridade ou faixa etária e a quem se destina a atividade. Apesar de não representar um componente obrigatório em uma webquest, os créditos são de grande importância, pois possibilita aos que forem utilizar a atividade ter acesso a informações e dados que poderão facilitar e enriquecer a sua execução, ou até mesmo, esclarecer dúvidas e promover trocas entre autores e possíveis usuários da atividade.
Celina A A.P.Abar e Lisbete Madsen Barbosa chamam a atenção no terceiro capitulo para a necessidade do professor se preparar e aos alunos também, para a realização de uma atividade webquest ,realizando antes tarefas mais simples, mas com características semelhantes à proposta de uma Webquest. Esclarecem que é necessário ter conhecimentos de algumas técnicas e recursos oferecidos pelos computadores e demonstram a diferença de produção utilizando-se Word e PowerPoin, além de orientar para os cuidados que devem ser verificados ao se pretender realizar atividades nesse segmento indicando alguns caminhos e passos que poderão facilitar a sua construção e funcionamento.
Utilização de WebQuest é um capitulo onde as autoras apresentam algumas orientações para o professor que tem intenção de utilizar uma Webquest na escola. Processos de busca, portais de boa referência, se podem ser utilizadas ou não, o que deve ser feito ao se utilizar uma webquest disponível na internet dentre outras coisas.
No quinto capitulo as autoras discutem a base teórica que norteia a atividade esclarecendo que o ambiente de utilização de uma Webquest é construtivista e que cabe ao professor atuar como mediador desse processo. Abordam conceitos, termos, metodologias e estudiosos que ajudam a compreender como ocorre a aprendizagem.
O último capitulo traz ao leitor uma série de questionamentos sobre o tema referentes a Conceitos, Produção, Utilização e Aspectos Pedagógicos de uma Webquest.
A obra representa um instrumento esclarecedor sobre o tema Webquest permitindo que seu leitor compreenda os processos de construção, desenvolvimento e utilização de Webquests contribuindo desta maneira para a reflexão e transformação da práxis, no que diz respeito à utilização de recursos mais atuais e dinâmicos em sala de aula e mostrando como é possível utilizar a Internet na criação de ambientes desafiadores capazes de promover a aprendizagem.

Referencias às autoras do livro:
Celina Abar é Doutora em Lógica Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação da PUC/SP e em Design Instrucional para a Educação Online da Universidade Federal de Juiz de Fora. Professora do departamento de matemática e do Programa de estudos pós-graduados em educação matemática, e formadora no projeto Gestão Escolar e Tecnologias na PUC/SP.
Lisbete Basbosa é Licenciada em Matemática pelo Centro Universitário Fundação Santo André, Mestre em Educação Matemática pela PUC/SP. Leciona há vinte anos no curso de Ciência da Computação da PUC/SP e há trinta e seis anos no Centro Universitário Fundação Santo André. É responsável pelas disciplinas de Metodologia e Prática de Ensino da Computação na Fundação Santo André.
Dayse Lucy da Cruz Leal Lemos, graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Bahia, professora da Rede Municipal de Educação de Salvador, atualmente aluna da UFBA do Curso de Tecnologia e Novas Educações.


Confira entrevista realizada com autora do livro.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

REDES SOCIAIS, "A BOLA DA VEZ".


Uma rede social pode ser definida como uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns.


Segundo a consultoria Nielsen Online, que mede o tráfego na web, o numero de minutos gastos por internautas em redes sociais subiu 83% em abril deste ano em relação ao mesmo mês em 2008.
O porta-voz da Nielsen, Jon Gibs, disse que a principal tendência tem sido a continua popularidade do Facebook, que tem mais de 200 milhões de usuários ativos e tem sido usada como canal de comunicação até mesmo pelo Papa Bento XVI e uma lista de outros líderes mundiais. O MySpace é a segunda rede social mais popular do mundo .Blogger, Tagged.com e Twitter.com vem em terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente .(http://flammarion.wordpress.com/2009/06/05/tempo-gasto-em-redes-sociais-nos-eua-quase-dobra-em-um-ano/).


No dia a dia pode-se perceber a força dessas redes a partir de manifestações e opiniões difundidas pela internet como a Revolução do Pão de queijo que mobilizou inúmeras pessoas no Ciberespaço.


Raquel Recuero aborda esse tema em seu Livro Redes Sociais na Internet de forma clara, permitindo ao leitor uma melhor compreensão de uma série de conceitos que servem como base de entendimento do sistema complexo que são as redes sociais e como ocorre a sua difusão.
Orkut, MySpace, Sonico, Facebook, Ning, Badoo, Twitter, Formspring, Fotolog , Messenger, não importa qual, a verdade é que todas representam redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder tornando muitas vezes possível o que nos parecia impossível. Anônimos tornaram-se atores graças ao Orkut; artistas fizeram fama graças um perfil no Myspace...COMPARTILHAR, DISCUTIR, CRITICAR, DIFUNDIR, infinitas são as ações e possibilidades através do uso dessas redes que unem pessoas com perfis e ideologias diferentes e as usam de boa ou má fé. Assim sendo, fazer parte de uma dessas redes requer reflexões e cuidados.





quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Resignificando o que foi visto.



Ao estudar e discutir o tema: A práxis pedagógica frente à crise do conhecimento científico, pude perceber que assim como a ciência, a escola fazem parte da sociedade e de um sistema em que o seu contexto é historicamente construído.
Boa parte do que acontece na escola integram um sistema que se construiu ao longo dos tempos. Assim sendo, sociedade, tecnologia, cultura e ciência fazem parte de um conjunto determinado e determinante de toda uma estrutura social conseqüente de condições iniciais que sofreram transformações dando lugar a novas dimensões epistemológicas para as Ciências e a práxis pedagógica.
Segundo Celso Antunes é necessário para o professor se atualizar e contextualizar o seu tempo.
Não cabe ao professor ser o detentor do saber por que até mesmo a ciência hoje é questionada. Cabe ao mesmo, se apropriar de todas as benesses que as ciências e tecnologias podem oferecer para tornar a sua práxis mais eficiente, ou seja, ler, pensar problematizar, criar possibilidades, escrever - Virtualizar e Atualizar -.

Confira alguns links e vídeos interessantes que abordam o tema.
A crise...





Retornando das férias:






Adeus férias!!

Após um curto período de férias retomamos nossas atividades com a visita da professora Elizabeth Dantas, que nos falou sobre “O MARKETING E A EDUCAÇÃO”. Esta sessão nos permitiu perceber melhor como funciona e as estratégias que transformam a grande parte da sociedade em verdadeiros consumistas compulsivos a partir, até mesmo, da infância.
Diante de tudo que pude perceber durante a Sessão integradora, discussões e estudos posteriores com as Professoras Adriane , Rosana e Colegas ficou forte a certeza de como faz-se necessário em nossa prática sermos altamente cautelosos, sobretudo na hora da seleção de materiais e conteúdos que serão trabalhados em nossas salas de aula, para que não se fortaleça os objetivos da mídia e a inversão de valores tão presentes atualmente.

Se ligue!





Abaixo alguns links e materiais esclarecedores:


http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=589CID002



http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4893813-EI6581,00-suje+suas+maos.html

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O ESPETÁCULO DO RINGUE:O ESPORTE E A POTENCIALIZAÇÃO DE EFICIENTES CORPORAIS

AUTORES:Claudio Ricardo Freitas Nunes e Silvana Vilodre Goellner.

Claudio Ricardo Freitas Nunes e Silvana Vilodre Goellner abordam neste artigo sobre a potencialização dos corpos em academias e a exibição dos mesmos nas Mixed Matrial Arts. Analisam as preparações desses atletas em duas academias e em um centro de treinamento de Porto Alegre onde os atletas buscam o aprimoramento da performance em suas disputas através de corpos esteticamente perfeitos(mais ágeis, malhados e eficientes).Submetendo-se, para isso, a processos, técnicas, e uso de recursos tecnológicos que promovam essa transformação( medicações, anabolizantes,suplementos,etc).
Chamam atenção para a expansão de um mercado de consumo voltado ao comercio dessas tecnologias e serviços, a promoção da espetacularização desses corpos transformados e a falta de preocupação com as possíveis conseqüências negativas relacionadas à saúde que esses corpos podem vir a sofrer.

Infelizmente percebe-se o uso crescente de substancias anabolizantes por jovens e esportistas que optam por um resultado a curto prazo ignorando as várias formas de suplementação alimentar, que ajudam muito no desenvolvimento físico sem prejudicar a saúde.
Cabe a nós educadores( pais, professores e amigos) abordar a esse assunto e levar para sala de aula, nossas casas, etc. a reflexão:
De que vale a beleza sem saúde???

http://www.fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/testosterona_sintetica_doses_antidoping_bombas.php

domingo, 7 de novembro de 2010






OS PERCURSOS DO CORPO NA CULTURA CONTEMPORÂNEA.


Malu Fontes.

Malu fontes apresenta e analisa a existência e características de um padrão físico-corporal presente na cultura contemporânea denominado de corpo canônico.
A idéia deste modelo de corpo representa a consciência corporal contemporânea se refere a um corpo construído através de técnicas e práticas transformadoras e embelezadoras da sua aparência e anatomia originais, que são conseqüentes da publicização ostensiva nos meios de comunicação tendo como objeto o corpo feminino.
“O corpo canônico ao qual este texto se refere é o corpo tido e apresentado como desejável nos meios de comunicação, muitas vezes transformado em mero simulacro espetacular da imagem do que seria o corpo ideal” (FONTES, 2006, p. 118).
Para ela, a mídia representa o mais poderoso instrumento de divulgação e disseminação de “modelos”, que seduz e conquista adeptos em todas as classes sociais para seguir padrões pré-estabelecidos como perfeitos, no caso, o corpo canônico.
Ao ser seduzido, o indivíduo passa a desejar e opta pela construção de um corpo que seria o ideal de acordo com os discursos midiáticos que tem como elementos característicos os relacionados a juventude, vigor, potencialização da força e beleza. A partir daí são feitos diferentes tipos de investimentos para construir ou alterar mediante práticas, métodos e artifícios que emergiram e foram aperfeiçoados ao longo do século XX.
A autora esclarece que desde a Renascença o corpo vem sido desvelado e seu modelo passa a sofrer influencias dos mais diversos fatores (genéticos, anatômicos, mecânicos, etc.), respaldados e conseqüentes pelos avanços médicos, científicos e das tecnologias criadas pelo homem. Ressalta ainda, que os padrões que hoje definem o corpo canônico da mídia são passíveis de alterações ao longo do tempo e que aqueles que diferem e não aderem aos artifícios de reformulação e adequação da aparência tendem a ser classificados como dissonantes, esses representados pela obesidade, velhice, deficiência física ou por quaisquer limitações de ordem física; despertando reações de estranhamento e repulsa.
“Na cultura contemporânea o que não é desejável quase sempre é assustador”.
CORPO, FRAGMENTOS E LIGAÇÕES: A MICRO-HISTÓRIA DE ALGUNS ÓRGÃOS E DE CERTAS PROMESSAS.
Ieda Tucherman

O artigo chama atenção para o projeto moderno e a atualidade, pontuando, a questão da simbiose entre o corpo e a tecnologia, onde já não percebemos a diferença entre real e artificial, como resultado de uma evolução tecnológica em seus diversos campos de estudo, sobretudo no que diz respeito às tecnologias computacionais e biotecnologias.
Ressalta o questionamento do desenvolvimento baseando-se no cinema paradoxalmente ao mantenimento ou permanência da humanidade numa trindade entre corpo, mente, máquina.
Cita Stingler 2004, como possível verdade de que “o homem é um ser que não tem limites” .
É um texto que instiga a curiosidade e nos leva em busca para a procura da talvez, imprecisa modernidade.

sábado, 6 de novembro de 2010



VELHICE, PALAVRA QUASE PROIBIDA; TERCEIRA IDADE, EXPRESSÃO QUASE HEGEMÔNICA.
Annamaria da Rocha Jatobá Palacios.

Baseando-se em estudos que teve como material campanhas publicitárias de cosméticos, a autora fez um embate entre os termos velhice e terceira idade com o objetivo de demonstrar a ocorrência de um fenômeno de mudança discursiva associado às transformações sociais ao longo dos anos.
Palacios dá exemplos e chama a atenção para a existência de duas visões conflitantes de velhice. Uma que representa a idéia “tradicional”, ligada ao conceito de fim de vida, decrepitude, acometimento de doenças, etc. A outra que aponta para a existência de uma terceira idade que remete a sucessibilidade, continuidade, maturidade, etc., onde a expressão terceira idade trata o fenômeno do envelhecimento, liberto de suas conotações negativas. Chama a atenção para a mudança de atitudes e valores relacionados a pós-modernidade quando se percebe praticas e estímulos ao consumo voltados a atender às necessidades da terceira idade.
A autora aborda em seu texto a questão da nova realidade demográfica e declínio da fecundidade e da população mundial que acarretou modificações na estrutura etária da população favorecendo à criação de um grupo de terceira idade caracterizado por uma velhice ativa e direcionada para atividades de lazer e autodesenvolvimento.
“... apesar de que todo indivíduo que chega a terceira idade ser, cronologicamente, velho, esse sujeito, individual e subjetivamente, é impelido, estimulado, incitado, induzido, instigado socialmente a não sentir-se como tal.”
Ela menciona que o uso dos termos, assim como a mudança de atitudes seguem os paradigmas que surgem e se modificam com o passar do tempo, que a mudança discursiva pode estender seus efeitos sobre os sujeitos e suas identidades, as relações sociais e os sistemas de conhecimento e crença.


http://www.faculdadedafelicidade.com.br/home.php









terça-feira, 2 de novembro de 2010


CORPOS AMPUTADOS E PROTETIZADOS: "NATURALIZANDO" NOVAS FORMAS DE HABITAR O CORPO NA CONTEMPOPRANEIDADE.
Luciana Laureano Paiva.



A forma física assim como a personalidade é inerente a identidade dos indivíduos. Ao submeter-se a uma amputação a pessoa passa por transformações não só físicas, mas, sobretudo emocionais e comportamentais. O artigo Corpos amputados e protetizados: “naturalizando” novas formas de habitar o corpo na contemporaneidade escrito por Luciana Laureano Paiva aborda essa questão baseando-se em pesquisa feita em Clinica de Santa Catarina onde, esses corpos que sofreram amputações são submetidos a intervenções e uso de próteses funcionais com o objetivo de resgatar a eficiência e funcionalidade. Torna-se claro, mais um, dos importantes benefícios proporcionados hoje pela tecnologia em nossas vidas. Deixam de representar simples artefatos para promover transformação, reabilitação e muitas vezes a potencialização de capacidades das pessoas que as usa.

MODULO 3

CORPOS MUTANTES







Livro organizado por Edvaldo Souza Couto e Silvana Vilodre Goellner; é composto com dez artigos de pesquisadores abordando temas que giram em torno de questões relacinadas a transmutação corporal.







segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Módulo 3 Sujeito na contemporaneidade

Nesta etapa do curso discutimos as questões que envolvem o "Sujeito na contemporaneidade".
Contamos com a presença de convidados como Silvana Goellner e Malú Fontes que ilustraram brilhantemente o assunto.
Tivemos aulas bastante interessantes e interativas com Edvaldo Couto e a Professora Irenildes Teixeira (momentos deliciosos).
Fizemos a Leitura, entre outros materiais, do Livro Corpos Mutantes, e abaixo seguem os meus comentários referentes aos artigos.











sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Projeto de conclusão do Módulo 5

Este é o meu Projeto de Conclusão do Módulo 5, que foi desenvolvido com a colega Eliana Conceição de Souza.


Projeto: Conhecendo os perigos da Dengue

Introdução:
O desenvolvimento dos meios de transporte é o principal fator da troca de doenças entre países. Os microorganismos são conduzidos desta forma através de hospedeiros.
O Aedes aegypti, mosquito hospedeiro de quatro espécies diferentes causadores da dengue, é um exemplo. Viajando em ônibus, avião, navio, carro, elevador e outros meios de transporte onde antes não existiam.
Provavelmente, o Aedes aegypti, veio nas caravelas de Cristovão Colombo há 500 anos às Américas e, desta forma chegou ao Brasil.
O vírus da dengue circula no sangue das pessoas doentes. O mosquito fêmeo, por sua vez, pica as pessoas doentes e, infectando-se pica outras pessoas sadias infectando-as também.
Seus sintomas são febre alta e dor intensa no corpo. Quando há uma segunda infecção na mesma pessoa pode ser fatal e levar a morte pela manifestação hemorrágica.
A Dengue hoje se apresenta como um problema em diversas comunidades, fazendo inclusive vitima no meio escolar.
Alguns fatores contribuem para a disseminação do Aedes como: aumento de recipientes plásticos e materiais não biodegradáveis: diminuição dos predadores dos mosquitos (lagartixas, sapos, passarinhos e outros) e resistência dos insetos aos inseticidas.
Atualmente são espalhados agentes de saúde pelas cidades e localidades prestando serviços de conscientização da população sobre a importância das medidas de prevenção, mas, nós podemos fazer a nossa parte contribuindo para isso, mesmo não sendo um desses agentes.


Objetivos Gerais :
Promover o conhecimento da dengue como doença perigosa e transmissível, identificando as condições sanitárias associadas às suas ocorrências, as formas de contágio e a prevenção, assim como os sinais, sintomas e os cuidados básicos para a cura.



Objetivos Específicos :
· Informar a respeito da dengue e os seus perigos utilizando diversas tecnologias.
· Promover a conscientização nos alunos sobre o perigos da Dengue, visando transformá-los em agentes de combate a proliferação da doença.

Metodologia
1º Dia

Ação 1: Conversa informal, com o objetivo de levantar os conhecimentos da turma em relação ao assunto:
Quem já ouviu falar da Dengue?
O que é a Dengue?
Se conhece alguém ou se já foi vitima da Dengue?
Como se contamina ou acontece à transmissão?
De que forma souberam da doença?
Ação 2: Chamar atenção para a existência dos diversos meios de comunicação, ressaltando as tecnologias utilizadas para a informação e divulgação ao combate da Dengue. (Jornais, revistas, livros, rádios, Tvs, Computador através de sites que contém textos, vídeos, blogs, etc.) Falar para os alunos que eles assistirão após a conversa um vídeo sobre o assunto.
Ação 3: Apresentar de vídeo sobre a Dengue
Pedir aos alunas que façam silêncio, evitem conversas e tenham atenção para as informações a que terão acesso através do quem irão assistir. Ligar a Tv para que assistam o vídeo retirado do Youtube :





XÔ DENGUE



Ação 4: Comentários a respeito da temática do vídeo.
Ao término do vídeo a professora iniciará uma conversa informal incentivando para que os alunos façam as suas colocações e comentários sobre o que aprenderam e acharam interessante durante sobre a Dengue.
2º Dia
Ação 1:
Conversar com os alunos que irão ao laboratório de informática para dar continuidade ao trabalho desenvolvido anteriormente. Orientar para que utilizem os computadores em duplas para realização de pesquisa na internet sobre a Dengue com o objetivo de fazer novas descobertas através dos sites listados abaixo:
http://www.drauziovarella.com.br/Sintomas/297/dengue



http://pt.wikipedia.org/wiki/Dengue



http://www.acampe.com.br/acampe/dengue/



http://www.combateadengue.com.br/



http://www.foradengue.com.br/



http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=920



http://www.edukbr.com.br/mochila/quiosque_conteudo.asp?Id_Quiosque=30



www.edukbr.com.br/mochila/DENGUE1.pps



http://www.combateadengue.com.br/






Ação 2: Solicitar para que as crianças façam uma síntese da temática ressaltando os seguintes itens:
· O que é a dengue.
· Como ocorre a contaminação.
· Quais os sintomas da doença.
· Qual a maneira de combate e prevenção da Dengue.
Ação 3 : Após a conclusão da tarefa, que será a todo instante orientada pela professora, será feita a impressão das produções dos alunos.

3º Dia
Ação 1: Arrumar a sala em semi-circulo para os alunos ler para a turma as novas descobertas feitas sobre a doença, que será listada no quadro, tendo o (a) professor (a) como escriba.
Ação 2: A professora irá explicar aos alunos que darão continuidade ao trabalho em grupos , com a finalidade de criarem matérias para conclusão do trabalho que será um mini-seminário onde eles apresentarão a outras turmas o que aprenderam sobre a temática..
Ação 3: Dividir a turma em grupos, da seguinte forma:
· 1º grupo: Conceito: Os alunos deverão criar matérias e métodos de apresentação dos conceitos sobre a Dengue.
· 2º grupo: Contágio e Proliferação: Os alunos deverão criar matérias e métodos de apresentação dos para informar como ocorre o contágio e transmissão da doença.
· 3º grupo: Combate e prevenção.Neste grupo as crianças informarão sobre as diversas maneiras par se prevenir e combater a Dengue.
Observação: Explicar para os grupos o desenvolvimento da tarefa, pedindo para que tragam na próxima aula todo o material necessário para a confecção dos cartazes informativos, exemplo: (fotos, desenhos, recortes de jornais, textos, frases, panfletos,etc.)
4º Dia
Ação 1:
Arrumação da classe em grupos determinados na aula anterior.
Ação 2: Confecção dos cartazes com sínteses e ilustração do assunto, panfletos, faixas, informativos, para exposição e socialização no ambiente escolar.
Ação 3: O (A) professor (a) irá fotografar todos os passos do trabalho que irão fazer parte da exposição (Culminância).

5º Dia
Culminância:
Ação 1:
Em sala os alunos se arrumarão com ajuda e orientação da Professora.
Ação 2: Apresentação de um mini-seminário com exposição de fotos, cartazes, faixas, panfletos, etc. Onde cada turma será responsável por receber e informar aos visitantes a respeito do tema Dengue.


Recursos:
DVD, data show, TV, computador, Internet, impressora, livros didáticos, lápis, borracha, canetas coloridas, piloto, tesouras, cola, papel oficio, cartolina, papel metro branco e pardo, jornais, revistas, jornais, textos, máquina fotográfica.

Referências:
Internet;
Livros utilizados;
Jornais;
Revista Super Interessante e outras.

















quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Muito Bacana!
É minha definição para o encontro dos dias 30 e 31/07 com a Professora Edméa Santos.
O conteúdo abordado, recursos utilizados, as colocações e discussões do grupo, tudo me levou a refletir mais uma vez sobre a responsabilidade que temos enquanto educadores.
A necessidade de planejarmos minuciosamente o conteúdo a ser trabalhado em classe e de se ter domínio, além do conteúdo programado, é evidente diante da quantidade e facilidade de acesso à informação que faz parte desta contemporaneidade.
Correr atrás!
É meu objetivo e sugestão para aqueles que estão em “... seu apartamento ,com a boca aberta, esperando a morte chegar...”
Correr, atrás de novos conceitos; novas metodologias; novos horizontes...Necessários diante da constatação de que mudou a forma de como se percebe e analisa o mundo.

Dayse Lucy da Cruz Leal Lemos.




Salvador, 01 de agosto de 2010.





Segue abaixo algumas sugestões de sites interessantes para o trabalho doscente.




O uso do blog na prática pedagógica apresenta-se como valiosa ferramenta, em grande parte por seu poder de interatividade, que permite o contato de pensamentos e opiniões entre autor e leitor do blog, além da presença contínua de links, dentre outras coisas.


Segundo Wagner Antônio Júnior em reportagem: O melhor do computador. Revista Nova Escola
Edição 215 - 09/2008

"A tecnologia deve ser utilizada para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares.”

Agora veja através do link sete motivos para o professor criar um Blog.




E você! Já tem o seu Blog?










Refletindo o que foi visto.

Após palestra do Professor Nelson Pretto, encontro com a Professora Maristela Midlej e leitura de materiais sugeridos para nossa reflexão e construção de novos conceitos, ficou reforçada a minha visão de que vivemos em um mundo totalmente globalizado, onde a interatividade é totalmente presente, possível e necessária.
Apesar disso, a Educação continua sendo pensada e planejada dissociada de tudo que lhe é inerente.
Professores, Unidade Escolar, Alunos e Família parecem ser os únicos elementos necessários à educação e formação do indivíduo. A eles são atribuídos os sucessos e insucesso deste contexto.
As Diferenças, a Saúde, Habitação, Alimentação, Lazer, etc., são elementos tratados dissociados da Educação.
Quem sabe essa não é a grande causa do insucesso que se tem hoje!
Diante disso penso que a Educação tem que ser tratada e pensada de forma mais ampla e articulada a todos os itens que lhe são relevantes, para que com isso, os governantes tomem medidas plausíveis para esse problema, que aflige de forma direta e ou indireta cada um de nós, Brasileiros.


Dayse Lucy da Cruz Leal Lemos.

Salvador, 20 de Junho de 2010.



Este vídeo me emocionou profundamente por representar com excelência a interatividade e globalização que faz parte dos nossos dias.








Por falar em interação...





Você sabia que o Blog hoje, é concebido como um dos ícones da interatividade?


sábado, 7 de agosto de 2010

Uso do Vídeo.





Este viodeo foi uma realização em parceria com as colegas Lívia e Ana Paula como atividade desenvolvida no decorrer do Módulo 5,em aula da Professora e Orientadora Rosane Vieira, após discutirmos o tema: A Experiência Videografica na sua Dimensão Formativa de Produção e Reprodução.
Experiência muito gostosa!!!!!